Deadly Virtues Love Honour Obey 16 201 New Access

The phrase "Love, Honour, and Obey" originated in the 19th century as a way to describe the expected roles and responsibilities of women in marriage. Women were expected to love their husbands, honour their authority, and obey their every command. This phrase was often included in marriage vows and was seen as a way to reinforce the patriarchal norms of the time.

In recent years, there has been a growing movement to reclaim the virtues of love, honour, and obedience in a way that promotes healthy relationships. This involves redefining what it means to love, honour, and obey in a way that prioritizes mutual respect and communication.

While the idea of loving, honouring, and obeying one's partner may seem romantic, it can quickly become toxic when taken to an extreme. In many cases, these virtues are used to control and manipulate individuals, particularly women, into staying in abusive relationships. The expectation that a woman must obey her husband, for example, can lead to a power imbalance that allows for physical, emotional, and psychological abuse.

For example, "love" can be redefined as a deep emotional connection that is built on trust, empathy, and understanding. "Honour" can be redefined as a commitment to respect and value one's partner, rather than simply obeying their every command. "Obey" can be redefined as a willingness to listen and collaborate with one's partner, rather than blindly following their instructions.

In some cases, women may even be forced to choose between their own lives and their commitment to "obey" their partner. In 2019, a woman in the UK was tragically killed by her partner after years of abuse. Her family reported that she had been "obeying" her partner and trying to keep the relationship intact, even as the abuse escalated.

Moreover, the emphasis on "honour" can lead to a culture of shame and silence around issues of abuse. Women may feel pressured to honour their partner's reputation and protect their family from shame, even if it means staying in a situation that is detrimental to their own well-being.

Compare diferentes traduções de Meditações, do Marco Aurélio

A seguir colocamos três passagens de diferentes traduções lado a lado com os mesmos trechos traduzidos pelo Mateus Carvalho e Icaro Moro, do Estoicismo Prático.
"Pois distanciar-se dos homens, se existem deuses, em absoluto é temível, porque estes não poderiam atirar-te ao mar. Mas, se em verdade não existem, ou não lhes importam os assuntos humanos, para que viver em um mundo vazio de deuses ou vazio de providência?"

"Se os deuses existem, abandonar os seres humanos não é assustador, pois eles não o fariam mal. Se não existem, ou não se importam com o que acontece conosco, qual seria o sentido de viver em um universo desprovido de deuses ou Providência?"

"Com efeito, aquilo que provém dos deuses é venerável em razão de sua excelência, enquanto o que provém dos seres humanos nos é caro porque provém de nossa mesma espécie; e mesmo quando, de algum modo, nos conduz à compaixão por causa da ignorância dos bens e dos males, falha que não é menor que aquela que subtrai nossa capacidade de distinguir as coisas brancas das pretas."

"Pois a obra dos deuses deve ser venerada por sua excelência. A obra dos homens merece carinho em razão de parentesco. Embora algumas vezes mereça piedade, em razão da ignorância dos homens sobre o bem e o mal—uma cegueira equivalente a não conseguir distinguir preto e branco."

"Um homem com esse perfil, que a partir de então não poupa nenhum esforço para se colocar entre os melhores, é um sacerdote e servidor dos deuses, igualmente devotado ao serviço daquele que edificou nele sua morada; graças a esse culto, essa pessoa se mantém não contaminada pelos prazeres, invulnerável a todo sofrimento, livre de todo excesso, indiferente a toda maldade;"

"Um homem de tal estirpe, que não poupa esforços para ser o melhor possível, é como um sacerdote ou um servo dos deuses. Obedece à deidade que o habita e que o impede de ser profanado por prazeres, lesado por dores, tocado por insultos e conivente com perversidades."

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Por que produzir uma nova tradução de Meditações, do Marco Aurélio?

Algumas pessoas podem preferir uma leitura mais rebuscada, que contenha sinônimos arcaicos e frases longas. Mas, com base na experiência que temos no Estoicismo Prático, esse não é o caso da maioria.

Portanto, a acessibilidade de Meditações é diminuída devido à falta de traduções para português que tenham como objetivo tornar a leitura mais acessível. É por isso que decidimos assumir a tarefa de traduzir o livro.

Quando se trata de obras clássicas como Meditações, acreditamos que quanto mais traduções existirem, melhor. Assim, cada um pode escolher a que mais lhe agrada. É certo que abre-se margem para "traduções" que mais interpretam do que traduzem o texto original. De qualquer forma, esse é um problema inevitável. Cabe ao leitor selecionar a tradução mais próxima do original cuja leitura mais lhe agrade.

Imagine um cenário em que novas traduções de Meditações não fossem produzidas regularmente... o livro provavelmente cairia no esquecimento. Ou, ao menos, não se tornaria tão popular quanto pode ser. Mas Meditações é uma obra importante demais para ficar limitada a traduções do século passado.

Para ler a nova tradução, adquira o livro clicando abaixo:

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